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A 80ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (SOEA), marcada para acontecer entre os dias 6 e 9 de outubro e o 12º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), nos dias 10 e 11, em Vitória (ES), prometem reunir profissionais de todo o país com o apoio renovado da Mútua aos Creas. Por meio de patrocínios firmados, as instituições trabalham juntas para promover a maior integração e participação possível nos eventos que são referência nas áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências.
Esse esforço conjunto, além de fortalecer o Sistema Confea/Crea e Mútua, facilita o compartilhamento da atuação da Mútua, seus benefícios e o conceito de mutualismo para um número ainda maior de profissionais. Para os já mutualistas, a SOEA também será palco para apresentar novidades e ampliar a fidelização.
“Nossa Caixa de Assistência continua a desempenhar um papel fundamental dentro do Sistema. A parceria reforça nosso compromisso com os Creas e com os profissionais que representam. Estar ao lado dos Conselhos no apoio à realização dos CEPs e no custeio de suas delegações para a SOEA e o CNP é mais do que uma obrigação — é uma prioridade para nós”, destaca o presidente da Mútua, engenheiro civil Joel Krüger.
O patrocínio estabelece que a Mútua destinará recursos aos Conselhos Regionais para cobrir despesas de deslocamento e estadia das delegações, compostas por profissionais indicados pelos Conselhos que sejam mutualistas e estejam adimplentes com a Caixa de Assistência. Em contrapartida, os Creas se comprometem a promover ações de divulgação da Mútua em suas regiões e em seus estandes na Semana Oficial.
Em 2025 o valor repassado aos Creas ficou em R$ 70 mil por Regional, mas, para aqueles que não solicitaram patrocínio para a realização dos Congressos Estaduais de Profissionais (CEPs), a Mútua reservou um repasse que pode chegar a R$ 200 mil, ampliando o suporte aos Conselhos para a participação nos eventos de outubro. Dos 27 Regionais, 22 solicitaram o aporte da Caixa de Assistência.
Com essas parcerias e investimentos, a expectativa é que a edição deste ano da SOEA alcance um patamar ainda maior de excelência e representatividade, promovendo conexão e inovação para toda a comunidade profissional.

A Mútua abriu as portas de sua sede para receber os conselheiros eleitos para o Plenário do Confea gestão 2026-2028, que se reuniram com o presidente Joel Krüger e os diretores Evânio Nicoleit (Benefícios), Edson Kuwahara (Financeiro), Carlos Xavier (Administrativo) e Emanuel Mota (Tecnologia).
O encontro, realizado nesta terça-feira (09/09), teve como objetivo proporcionar uma imersão completa na Mútua, permitindo que os representantes federais conhecessem a essência e o cotidiano da Caixa de Assistência. Durante a reunião, foram apresentados os diversos setores da instituição, os projetos lançados nesta gestão, os programas atualmente em andamento e as novidades projetadas.
Participaram da reunião os conselheiros eleitos: Emanuel Alves Batista e Paulo Affonso Leiro Baqueiro (Bahia); Francisco Rui Ferreira Machado Junior e Mairton Santos de Sousa (Ceará); Luis Plecio da Silva Soares (Maranhão); Brazil Alvim Versoza e Leandro Jose Grassmann (Paraná); e Dyego Santana Reis e Flávio Zanata Tomé Sombra (Tocantins).
Um dos destaques foi o programa de empregabilidade e empreendedorismo, que está sendo desenvolvido em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Este programa visa fortalecer as oportunidades para os profissionais assistidos pela Mútua, ampliando seus horizontes no mercado de trabalho e no campo do empreendedorismo.

Joel Krüger, presidente da Mútua, comentou sobre a importância da iniciativa. “Receber os conselheiros eleitos nos permite alinhar expectativas e fortalecer a parceria para que possamos continuar aprimorando os serviços e o suporte que oferecemos a todos os nossos associados.”

Os diretores também manifestaram suas visões durante o encontro. Evânio Nicoleit, diretor de Benefícios disse que é fundamental que os conselheiros compreendam a amplitude dos programas que a Mútua desenvolve para garantir o bem-estar dos profissionais.

“Esta reunião foi uma excelente oportunidade para alinharmos expectativas com os conselheiros e reforçar nosso compromisso com a gestão transparente dos recursos da Mútua”, explicou Edson Kuwahara.
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Já para Carlos Xavier, ter os representantes federais na Mútua, “permitiu compartilhar como a estrutura administrativa da Mútua apoia de forma efetiva nossos projetos e programas, criando um ambiente propício para a atuação conjunta e eficiente.”
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Emanuel Mota, afirmou que o diálogo direto com os conselheiros é “fundamental para mostrar como as iniciativas tecnológicas da Mútua podem ser potencializadas para ampliar o alcance e beneficiar ainda mais os profissionais.”
Dyego Santana Reis
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“Estivemos em Brasília, na sede da Mútua Nacional, representando o estado do Tocantins, como conselheiros federais eleitos, e foi uma alegria enorme participar e conhecer sobre como é a dinâmica do trabalho da Mútua. Conhecer quais são as frentes e as peculiaridades. E, claro, os desafios dos quais precisamos, dentro do Confea, trabalhar para fazer com que a Mútua também consiga ter o seu desenvolvimento.”
Flávio Zanata Tomé Sombra

“A Mútua, geralmente, a gente só conhece em eventos, não conhece a realidade, as propostas, os benefícios que ela nos traz para o profissional. Temos muitas coisas especiais que podemos ter aqui na Mútua.”
Emanuel Alves Batista

“Fizemos uma visita para conhecer mais sobre os benefícios disponíveis a todos os profissionais. Junto com o Paulo Baqueiro, nessa missão, de aprofundar nosso conhecimento sobre a Mútua para levar seus benefícios a mais profissionais.”
Paulo Affonso Leiro Baqueiro
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“Emanuel já foi diretor da Mútua na Bahia, tem grande experiência, e nós, como conselheiros federais, estivemos em Brasília para conhecer melhor a Mútua e conseguir com que mais pessoas se agreguem a essa grande empresa que traz benefícios para todo mundo.”
Francisco Rui Ferreira Machado Junior
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“Estivemos na Mútua, em Brasília, a convite do presidente, para poder entender como que funciona a Mútua, entender quem trabalha e quais os setores e demais peculiaridades. A partir disso, juntar essas informações e levar para os profissionais lá do Ceará.”
Mairton Santos de Sousa
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“Além de a conhecermos todo o corpo técnico que faz parte da Mútua, pudemos conhecer também mais aprofundado os benefícios e tudo o que a Mútua oferece para os profissionais.”
Brazil Alvim Versoza
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“Uma oportunidade que nós temos agora como conselheiro federal eleito para o próximo triênio é conhecer um pouquinho mais o Sistema Confea/Crea e Mútua, que formam tripé que cuida de toda a profissão dos engenheiros. E estivemos na Mútua para conhecer um pouquinho mais.”
Leandro Jose Grassmann
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“É importante a gente conhecer quais são os benefícios que a Mútua tem para oferecer, quais são os programas que elas estão organizando aqui dentro e como é que isso impacta no dia a dia do profissional que está lá, na ponta, trabalhando enquanto a gente está aqui representando e buscando construir sempre o melhor para esses profissionais.”
Luís Plécio da Silva Soares
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“Estive na nossa Caixa de Assistência, onde tive a honra de ser convidado pela Presidência e todos os diretores para participar de uma reunião de alinhamento entre os conselheiros eleitos e a Mútua e falar de um sistema como todo. É importante todos estarem juntos para sempre buscar a valorização dos nossos profissionais. Então, mais uma vez aqui, deixar o Maranhão, como sempre, à disposição para ajudar a todos.”
Esta interação fortalece a conexão entre a Mútua e os futuros representantes do Confea, garantindo que as ações da Caixa de Assistência permaneçam alinhadas com as necessidades e expectativas do sistema profissional.
Alline Abreu – Comunicação e Relações Institucionais/Mútua
Fotos: Marck Castro

Pesquisas recentes apontam para um cenário desafiador nos próximos anos no Brasil: falta de mão de obra especializada na área tecnológica. Entre as principais causas, há uma redução significativa no número de engenheiros formados, com impacto direto em setores como infraestrutura, tecnologia e energia, além de uma baixa procura por esses cursos na graduação. A crescente demanda reflete no mercado de trabalho aquecido: 92% dos profissionais estão em exercício. Destes, 78% atuam em sua área de formação, segundo dados da recém-lançada pesquisa do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), realizada pela Quaest.
Para entender a realidade dos cerca de 1,2 milhão de profissionais registrados em todo o País e traçar o perfil dos engenheiros, agrônomos e geocientistas brasileiros, o Conselho Federal apresenta os resultados da maior pesquisa quantitativa da história do Sistema Confea/Crea e Mútua. A preocupação com o futuro das profissões é amplamente debatida pelo presidente do Confea, engenheiro Vinicius Marchese, que destaca o ineditismo da iniciativa e como o resultado deve contribuir para ações mais direcionadas às demandas e necessidades da área tecnológica.
“Quando falamos em impulsionar o desenvolvimento do Brasil, precisamos mapear como pensam os agentes responsáveis para tirar os projetos do papel. É a primeira vez que temos informações que nos permitem entender a dimensão dos desafios, quando falamos da atuação técnica e qualificada na área tecnológica brasileira. De um lado, a baixa procura por cursos nestes segmentos. Do outro, profissionais indispensáveis para gerar infraestrutura, inovação, sustentabilidade, mobilidade e outras temáticas que transformam a vida das pessoas. Qual caminho devemos seguir como Conselho Profissional e como podemos contribuir com a gestão pública? Esse foi o nosso objetivo com a pesquisa”, afirma Marchese.
A alta formalização é outro indicador do aquecimento do setor: 40% dos profissionais estão em regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e 11% no serviço público. A satisfação com o mercado de trabalho também é evidenciada na pesquisa, com 67% dos profissionais satisfeitos com suas atuais posições, em todas as idades, profissões, formações e Estados. E mais: metade dos entrevistados acredita que o mercado de trabalho vem melhorando nos últimos cinco anos.
Além disso, os profissionais registrados ganham mais do que a média nacional - inclusive, acima do rendimento médio dos advogados -, pois 68% das famílias possuem renda superior a cinco salários mínimos, enquanto na advocacia esse percentual corresponde a 48%. Os dados também apontam que a relação entre idade e renda indica um crescimento progressivo dos ganhos conforme os profissionais avançam na carreira. A maior transição de renda ocorre entre os 30 e 34 anos, faixa etária em que a maioria ultrapassa os cinco salários mínimos.
Felipe Nunes, CEO da Quaest, pontua que a pesquisa demonstra a força do mercado de engenharia no Brasil. “Além de satisfeitos, os engenheiros têm renda muito acima da média nacional, e se sentem vocacionados a contribuir para a construção de projetos de impacto para o País”, disse.
Nunes observa que o estudo vai ajudar jovens de todas as partes do país a compreender melhor o futuro que lhes espera com uma carreira nas engenharias. “Os resultados são inspiração para quem sonha em seguir a carreira. Está provado que decisões estratégicas a partir de dados tendem a gerar resultados muito mais eficazes. A iniciativa inédita do Confea terá efeito decisivo para a área, gerando valor que vai além dos resultados do estudo em si”, complementa.
A analista responsável pelo estudo, Graziele Silotto, gerente da área de Inteligência da Quaest, ressalta que a mensagem geral é que o mercado de trabalho da engenharia brasileira está passando por uma profunda transformação. “A categoria mostra sinais claros de renovação, com maior diversidade, bom posicionamento no mercado de trabalho e forte orgulho profissional. Os desafios estão na valorização da carreira e na necessidade de uma atuação institucional mais próxima e relevante para os profissionais”, acrescenta.
Profissão com propósito
Diretamente ligados ao desenvolvimento dos municípios e à construção de um futuro mais igualitário e sustentável, os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua são movidos por propósito e encaram suas atividades técnicas como uma verdadeira missão em prol da população. Quando perguntados sobre suas profissões, 95% dos entrevistados acreditam que sua atuação contribui para um Brasil e uma sociedade melhores, e 79% indicariam a carreira para as futuras gerações.
“São pessoas que acreditam na transformação das cidades e entendem o valor das suas profissões para o contexto nacional, empreendendo seus esforços para o bem comum, sempre em busca de melhores condições para todos, por meio da atuação técnica segura e responsável e do bom uso da tecnologia”, reforça Marchese.
Sobre a pesquisa
Foram entrevistados 48 mil profissionais registrados, das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências, com uma confiabilidade de 95% para a amostra geral. A coleta dos dados foi realizada em todos os Estados brasileiros, entre 23 de setembro de 2024 e 2 de fevereiro de 2025.

A Diretoria Executiva da Mútua realiza, nesta quarta-feira (14/05), uma reunião estratégica com presidentes de Creas com o intuito de reforçar o diálogo institucional, alinhar prioridades e ampliar a cooperação entre a Caixa de Assistência e os Creas.
Logo pela manhã, o presidente da Mútua, Joel Krüger, e os diretores Evânio Nicoleit, diretor de Benefícios; Edson Kuwahara, diretor financeiro; e Carlos Xavier, diretor administrativo, receberam os seguintes presidentes de Creas: Rosa Tenório (Crea-AL); Amarildo Magalhães (Crea-AP); Jorge Silva (Crea-ES); Neovânio Lima (Crea-RR); Adriana Resende (Crea-DF); Adriana Falconeri (Crea-PA); Hércules Medeiros (Crea-PI) e Fernanda Vinhoni, diretora financeira do Crea-SC. O diretor de Tecnologia e Inovação, Emanuel Mota, é representado no encontro pelo gerente de TI, Jorge Sena.
Na abertura da reunião, a diretoria apresentou um panorama das principais ações já implementadas, das iniciativas em andamento e dos projetos previstos para esta gestão da Mútua. O foco central foi estreitar o relacionamento com os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia, compreender suas demandas prioritárias e alinhá-las às estratégias da Caixa de Assistência.
Joel Krüger destacou que “o compromisso é fortalecer a parceria com os Creas para que, juntos, possamos aprimorar as condições oferecidas aos profissionais da engenharia, agronomia e geociências.”
“Entender as necessidades dos Creas é fundamental para desenvolvermos soluções que atendam de forma efetiva a nossa categoria”, lembrou Evânio Nicoleit.
Edson Kuwahara, diretor financeiro, acrescentou que “a transparência e a gestão eficiente dos recursos são pilares para garantir a sustentabilidade das iniciativas da Mútua.” E, por sua vez, Carlos Xavier, diretor administrativo, comentou: “A sinergia entre a Mútua e os Creas potencializa o impacto das ações de assistência.”
Ainda estiveram presentes na primeira parte da reunião os conselheiros federais Cândido Carnaúba e Álvaro Bridi, além do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Distrito Federal, Antonio Barreto.
Esta reunião evidencia o compromisso da Mútua em manter um diálogo aberto e constante com os Creas, alinhando esforços para ampliar, cada vez mais, os benefícios, a assistência e o suporte aos profissionais, promovendo o desenvolvimento da engenharia nacional de forma integrada e participativa.


O Prêmio IEL Talentos da Construção tem como objetivo reconhecer e premiar estudantes de graduação dos cursos de engenharia civil, arquitetura e urbanismo de universidades e faculdades brasileiras. A premiação visa estimular a conexão entre a pesquisa acadêmica e as demandas reais da indústria da construção, promovendo inovação, sustentabilidade e responsabilidade no setor. Em sua primeira edição, o tema central é: "O setor da construção e seu papel frente às mudanças climáticas". O desafio proposto aos participantes é: "Como o setor da construção pode contribuir para mitigar os impactos dos eventos climáticos nas cidades e edifícios?"
Diante do agravamento das mudanças climáticas, o Brasil e o mundo enfrentam eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes. O relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), vinculada à ONU, revelou que o Brasil registrou, em 2023, doze eventos climáticos extremos, muitos deles sem precedentes. Em 2024, o Rio Grande do Sul foi devastado por um desses fenômenos, evidenciando a necessidade urgente de se repensar a resiliência das infraestruturas urbanas. No Fórum Global de Edifícios e Climas da ONU, em maio de 2024, foi reforçada a importância de descarbonizar e adaptar o setor da construção para lidar com as mudanças climáticas, especialmente nas áreas urbanas do Sul Global.